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A família é um sujeito privilegiado de intervenção do Serviço Social desde os primórdios da profissão. No Brasil, ele nasce vinculado aos movimentos de ação social em uma proposta de dinamização da missão política de apostolado social junto às classes subalternas, particularmente junto à família operária, ou seja, o alvo predominante do exercício profissional é o trabalhador e a sua família, em todos os espaços ocupacionais. (IAMAMOTO, 1983.)
A partir de então, pode-se observar que o trabalho com famílias ganhou grande impulso e maior qualificação técnica no período de consolidação da profissão, através da apropriação do marco conceitual do: