///
O engenheiro civil da Secretaria de Obras de determinado município do interior paulista recebeu a missão de revisar a planilha orçamentária de uma obra de requalificação urbana com recursos próprios. O objetivo é garantir consistência físico-financeira e viabilidade da execução. A obra inclui pavimentação asfáltica em 1.600 m² de via, com sub-base de BGS, base de brita graduada e revestimento em CBUQ:
| Item | Unidade | Quantidade | Preço unitário (R$) |
|---|---|---|---|
| Sub-base de BGS (20 cm) | m³ | 320 | 125,00 |
| Base de brita graduada (15 cm) | m³ | 240 | 148,00 |
| Revestimento em CBUQ (5 cm) | m³ | 80 | 450,00 |
| Mão de obra (lançamento e compactação) | m² | 1.600 | 22,00 |
Com base nos dados fornecidos pela planilha inicial, o engenheiro identificou uma divergência no cálculo da espessura dos materiais em relação à área de aplicação. Considerando as espessuras nominais e a área total de 1.600 m², qual atitude técnica é mais compatível com os princípios de controle e precisão do orçamento público, conforme preconizado pela Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos – Lei nº 14.133/2021?