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“A cada ano, um em cada 10 bebês, em todo o mundo, nasce prematuro, e mais de 90% deles nascem em países de baixa e média rendas, como o Brasil. Melhorias no cuidado intensivo neonatal e aumento da sobrevida de neonatos prematuros levaram a um aumento nos impactos de longo prazo sobre nascimentos prematuros, especificamente a respeito dos resultados metabólicos, como Densidade Mineral Óssea (DMO) e época e extensão do crescimento de recuperação (‘catch-up’).” (Virginia S. Quintal, Edna M. A. Diniz, Valeria de F. Caparbo, Rosa M. R. Pereira J. Pediatra (Rio J). 2014; 90:556-62.)
De acordo com a citação anterior, sobre a doença óssea metabólica da prematuridade, é correto afirmar que