///
A insuficiência mitral crônica secundária, ou funcional, se deve a alterações na geometria ventricular, resultando em má coaptação das cúspides valvares e aparecimento de refluxo valvar. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, está em DESACORDO com as recomendações de intervenção cirúrgica nessa valvopatia: