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A prevalência da asma aumenta a partir do primeiro ano de idade e atinge o máximo entre 7 e 9 anos, começando a declinar, de modo que por volta dos 30 anos 70% dos pacientes estão livres dos sintomas, a maioria antes mesmo dos 20. Geralmente, são crianças portadoras de alergia, com outras manifestações atópicas, como rinite, conjuntivite e eczema. Sobre os exames laboratoriais na asma, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A espirometria é o exame complementar mais importante para a asma. Sendo que antes do início do tratamento de uma crise no adulto, o VEF1 é habitualmente menor do que 1.500 ml. Se a terapêutica for bem-sucedida, haverá aumento de 500-700 ml em relação à observação inicial.
( ) Indica-se hospitalização quando o VEF1 é inferior a 400 ml no adulto. O VEF1 abaixo de 25% do normal está relacionado com PaCO2 > 45 mmHg e indica emergência.
( ) Outro teste importante e facilmente realizável é o do pico do fluxo expiratório (peak flow). No adulto, valores abaixo de 200 l/min indicam crise grave. É interessante observar que a piora da asma pode ser detectada 24-48 horas antes da percepção pelo próprio paciente, quando medidas do peak flow são feitas diariamente.
( ) A gasometria é importante no acompanhamento do asmático grave, não é necessária sua realização nos quadros moderados e leves. No período entre as crises, a gasometria é normal.
A sequência está correta em