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Infecção do trato urinário complicada é aquela associada com condições que aumentam o risco para infecção ou para falência do tratamento. Estas infecções estão comumente associadas a alterações anatômicas e ou funcionais do trato urinário, ou doenças que interferem com os mecanismos de defesa do paciente. Correlacione adequadamente a numeração das diferentes infecções do trato urinário complicadas às suas respectivas descrições.
1. Pionefrose.
2. Abcesso renal e perinéfrico.
3. Pielonefrite xantogranulomatosa.
4. Pielonefrite enfisematosa.
( ) A Tomografia Computadorizada (TC) e Ressonância Magnética (RM) são métodos de boa sensibilidade para diagnosticar e localizar. A TC demonstra ser excelente para definir o comprometimento renal. É ainda importante para possibilitar aspiração e drenagem destas coleções. A Ultrassonografia (US) tem menor resolução para este diagnóstico.
( ) A US é um método prático e rápido para demonstrar dilatação da via coletora. A TC acrescenta informações sobre anormalidades anatômicas ou cálculo, além de poder demonstrar se há retardo na excreção do contraste, rim não funcionante e eventual extensão perinéfrica da infecção.
( ) A maior dificuldade consiste no diagnóstico diferencial com carcinoma renal. A TC permite um diagnóstico correto na maior parte dos pacientes, tem boa aplicação para mostrar a extensão do processo inflamatório para tecidos vizinhos. A RM pode fornecer todas estas informações, mas é reservada para pacientes com alergia ao contraste iodado e casos de definição anatômica mais complexa.
( ) O diagnóstico é estabelecido pela presença de gás intraparenquimatoso ou na via coletora, em pacientes diabéticos, a TC é o melhor método para esta avaliação, que exige diagnóstico precoce para o sucesso do tratamento.
A sequência está correta em