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Quando a insuficiência cardíaca chega à refratariedade terapêutica, o transplante cardíaco permanece reconhecido como tratamento padrão. A sobrevida, no entanto, ainda é influenciada em curto prazo pela rejeição e infecção e, a longo prazo, pela neoplasia e doença vascular do enxerto. São indicações para transplante cardíaco, classe de recomendação I, EXCETO: