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C.S.B. é um homem de 41 anos que apresenta sofrimento mental desde a infância, com depressão e crises de ansiedade. C.S.B casou-se aos 30 anos e, desde então, viveu com a esposa (J.S.B) e um filho (J.B.B) em um bairro de classe média de uma grande capital. Faz 5 anos C.S.B. perdeu a esposa em um acidente de carro e, por questões financeiras e necessidade de reestruturação familiar, foi morar, junto com o filho, na casa de sua irmã (M.S.C) de 53 anos e seu cunhado (B.G.D) de 60 anos. Sua irmã e cunhado têm uma filha (S.S.D) de 15 anos. Em 2017, C.S.B perdeu o emprego e, desde então, não conseguiu recolocação no mercado de trabalho. Para favorecer o orçamento da família, seu filho, J.B.B, agora com 11 anos, foi morar com os avós em outro estado. C.S.B. tem diabetes e vem apresentando aumentos súbitos de pressão arterial. Desde a partida do filho, C.S.B. tem aumentado o consumo de álcool, atualmente com um consumo superior a 7 doses, diariamente, e ainda apresenta suspeita de tuberculose. Esse contexto levou ao agravamento de seu quadro psíquico e provocou uma situação de crise. Todos os membros dessa família são atendidos em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima de sua casa, o que fez com que, na última semana, a irmã de C.S.B. (M.S.C) buscasse a unidade de saúde, solicitando a internação de C.S.B., que se recusa a ser atendido pela equipe de saúde.
Tomando como base o caso descrito, analise e identifique a abordagem a ser adotada nesse momento.