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Paciente, 40 anos, G2 P2 (1 cesariana), tabagista, portadora de hipertensão arterial e obesidade, comparece à consulta para colocação de DIU (dispositivo intrauterino) de cobre com queixa de corrimento vaginal amarelo recorrente que piora após ato sexual. Fez tratamento com creme vaginal 5 vezes no último ano (não lembra os nomes) com as mesmas queixas. Ao exame: corrimento amarelado bolhoso com odor fétido lembrando peixe. Fita de ph em parede vaginal lateral mediu 6.5. Realizado microscopia de lâmina a fresco, mediante gota do conteúdo vaginal e soro fisiológico, com observação de clue cells. Trata-se de possível caso de