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A partir da regulamentação da profissão de psicologia, em 1962, observa-se a prática profissional voltada, sobretudo, para as áreas da clínica, da escola, da indústria e do magistério. Para Dimestein (2000), essas áreas foram ampliadas, e o setor da saúde passou a ser impulsionado. Esse avanço da prática do psicólogo na saúde não se deu num vazio. Para tanto, é necessário pensar no contexto histórico-político-econômico dessa entrada. Alguns desses fatores são desenvolvidos ao longo do artigo pela autora. Sobre esses fatores pode-se afirmar que I Essa inserção é resultado de uma política de recursos humanos fomentada pelo contexto sanitário da década de 80 no Brasil.
II Movimentos intrínsecos da própria categoria impulsionaram a entrada da psicologia no setor da saúde, sobretudo na tentativa de redefinir o papel desse profissional para a sociedade.
III A partir de uma política de recursos humanos, que preconizou a estabilidade de carreira do psicólogo na saúde, essa inserção foi garantida.
IV A ampliação do saber psicanalítico e a psicologização da sociedade impulsionaram essa inserção.
São verdadeiras as afirmativas, exceto: