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Paulo Amarante (2007) aponta a reforma psiquiátrica como um processo complexo. Nesse sentido, apresenta a possibilidade de essa complexidade ser analisada a partir de dimensões e estratégias. Assim, é possível afirmar que I Um dos desafios de se pensar a reforma psiquiátrica, a partir de dimensões e estratégias, é superar a ideia de que essa reforma se limita à reestruturação de serviços.
II Como objetivo para se pensar didaticamente essas estratégias, pode-se dividi-las em: teórico-conceitual, técnico-assistencial, jurídico-política e sociocultural.
III A dimensão sociocultural é estratégica, pois, por excelência, envolve toda a sociedade na transformação do lugar imaginário da loucura.
IV A dimensão teórico-conceitual se funda no pensamento de Franco Basaglia.
São verdadeiras: