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Como a roubalheira assistimos não é uma questão cultural, chegou a hora, no Brasil, de discutir um plano organizado e amplo para enfrentar a corrupção CAIO MAGRE E JORGE HAGE
Como o Brasil deve enfrentar a corrupção? Essa é a pergunta que todo cidadão faz ao abrir um jornal ou ligar a TV. A resposta simplista é que se trata de uma questão cultural, diante nada pode ser feito, pois nós, brasileiros, estamos fadados a essa condição. Isso não é verdade. A corrupção acompanha a humanidade desde seus primórdios. [...]
Entre nós, esse enfrentamento é recente. [...] No campo da prevenção, só na virada do século vieram as primeiras medidas de relevo, como a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Lavagem de Dinheiro e a instituição do Coaf, órgão encarregado de fiscalizar movimentações financeiras. Seguindo-se a criação da Controladoria-Geral da União (CGU), com seus sistemas de fiscalização [...]
O momento pode ser desalentador, mas constitui etapa o país teria de passar, até para generalizar-se a consciência da gravidade do problema, que agora sobe ao topo das preocupações nacionais.
Merece destaque, ainda, a ênfase na implementação da Lei das Estatais, que regula área até então não alcançada pelas medidas já em uso nos demais setores da administração e se verificaram os principais problemas de corrupção.
[...] Parece certo que a luta contra a corrupção haverá de ser um dos principais temas nas eleições de 2018. E esta é a hora de preparar-se a sociedade para esse embate. O desafio é construir uma iniciativa única, abrangente, mobilize a todos na luta pela integridade e contra a corrupção. (Seção Página Aberta, Veja, 04/10/17).
Um dos recursos de coesão textual responsáveis por retomar termos ou expressões precedentes é o emprego de pronomes relativos, alguns deles vindo antecedidos de preposição necessária. Tendo isso em vista, estabeleça a conexão entre as informações no texto a seguir, utilizando esse recurso.
A sequência CORRETA de preenchimento das lacunas com os pronomes relativos é: