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A fundação oficial de Maringá e data em que a cidade comemora seu aniversário é 10 de maio de 1947, quando a Companhia de Terras Norte do Paraná (que foi adquirida por investidores brasileiros nos anos 1940 e foi rebatizada como Companhia Melhoramentos Norte do Paraná em 1951) abriu um escritório na cidade, no cruzamento entre a Avenida Duque de Caxias e a Rua Joubert de Carvalho (a construção existe até hoje). Foi nessa data que a Companhia iniciou a venda dos lotes na região do Maringá Novo.
A primeira residência construída no Maringá Novo ficava na Av. Brasil, entre as avenidas Getúlio Vargas e Duque de Caxias, e pertencia ao gerente da Companhia, Alfredo Werner Nyffeler. Construída em madeira, a casa atualmente encontra-se no campus da UEM (Universidade Estadual de Maringá), para onde foi transferida em 1984, e atualmente abriga o Museu da Bacia do Paraná.
Em 1947, a futura cidade era distrito de Mandaguari. No ano seguinte, em 1948, Maringá foi elevada à categoria de Vila, tornando-se um município independente em 14 de novembro de 1951, pela Lei nº 790, que incluía os distritos de Iguatemi, Floriano e Ivatuba como parte do município de Maringá.
Cidade Canção
Nos primeiros anos da cidade, Maringá possuía inúmeros cognomes, como “Cidade Milagre”, “Cidade Brotinho”, “Cidade Menina”, “Cidade Prodígio”, “Rainha do Sertão Paranaense” entre outros. Durante o primeiro mandato do prefeito João Paulino Vieira Filho, o pioneiro Antenor Sanches ocupava o cargo de Secretário de Administração da Prefeitura de Maringá quando recebeu uma carta de uma estudante de Minas Gerais, solicitando mais informações sobre Maringá, “a cidade que nasceu de uma canção”. Joubert de Carvalho foi o autor da música Maringá.
Antenor Sanches considerou a colocação muito sugestiva, e promoveu uma campanha para que Maringá adotasse o cognome de “Cidade Canção”. Em 4 de dezembro de 2002, o vereador João Batista Beltrame, o Joba (PV), criou a lei nº 5.945/02, sancionada pelo prefeito João Ivo Caleffi, oficializando a adoção do cognome “Cidade Canção”.
Assinale a alternativa cujo “que” em destaque NÃO tem a função de retomar termo(s) antecedente(s).