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O texto a seguir foi extraído de uma das obras do escritor brasileiro Monteiro Lobato. Considero-o para responder às seguintes questões.
“A vida é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar. Quem para de piscar chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos – viver é isso. É um dorme e acorda, dorme e acorda, até que dorme e não acorda mais. A vida das gentes neste mundo é isso. Um rosário de piscados. Cada pisco é um dia. Pisca e mama, pisca e brinca, pisca e estuda, pisca e ama, pisca e cria filhos, pisca e geme os reumatismos, e por fim pisca pela última vez e morre. E depois que morre? Depois que morre, vira hipótese”. (Trecho com adaptações).
Para se referir às várias fases da vida, o autor emprega verbos como “mama”, “brinca”, “estuda”, “ama”, etc. Em relação a esses verbos, pode-se afirmar que estão flexionados no tempo: