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Os morcegos não hematófagos são importantes para o ecossistema, pois são responsáveis pelo controle de insetos e pragas, disseminação de sementes, reprodução das plantas, controle de pequenos roedores, entre outros. Porém, sabe-se também que são grandes responsáveis pela transmissão de doenças como a raiva, criptococose, histoplasmose, etc. Diante dos fatores favoráveis encontrados nos centros urbanos para sua sobrevivência e aliados ao desmatamento, a povoação de morcegos vem crescendo consideravelmente nessas localidades. De acordo com o controle e manejo dos morcegos nas áreas urbanas realizados pelas equipes de saúde e vigilância, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa que contém somente as afirmativas corretas:
I. A captura, coleta e manejo de morcegos devem ser precedidos de prévia autorização de órgãos ambientais da região, e só podem ser executados por profissionais habilitados e cadastrados no Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (SISBIO).
II. Em caso de captura de morcegos em áreas residenciais, deve-se realizar exames para zoonoses no animal capturado, orientar os moradores próximos a procurarem assistência médica, na possível exposição ao morcego.
III. Vacinar animais de estimação contra raiva da residência onde houve captura de morcego, independente do histórico vacinal do animal.
IV. Manter o animal de estimação isolado até o resultado dos testes laboratoriais realizados no morcego. Em caso positivo para a Raiva, recomenda-se eutanasiar o cão ou gato, e, em caso negativo para Raiva, encerra-se o caso.
V. A permanência dos morcegos nas habitações de uso humano são comumente encontrados em abrigos como: forros; lajes; sótãos; porões; caixilhos de persianas; caixas de ar condicionado; chaminés; lareiras; calhas; rufos; cômodos ou casas pouco utilizadas/ abandonadas.