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Do período de 1950 até meados de 1980, a preocupação central dos gestores públicos na área da Saúde estava restrita ao financiamento, estrutura da rede e organização dos serviços. Entretanto, as mudanças ocorridas no mundo do trabalho a partir de 1980, denominada de reestruturação produtiva, exige o início de uma discussão sobre um novo paradigma do trabalho, o qual recoloca a centralidade do trabalhador no processo produtivo. Neste contexto, torna-se necessário ampliar a discussão sobre a gestão do trabalho, e repensar os processos de planejamento e qualificação do trabalho e do trabalhador, no âmbito da gestão pública e do SUS. Considerando o exposto, é correto afirmar que: