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Era meia-noite. Oswaldo preparou o despertador para acordar às seis da manhã e encarar mais um dia de trabalho. Ouvindo o rádio, deu conta de que fizera sozinho a quina da loto. Fora de si, acordou toda a família e bebeu durante a noite inteira. Às quinze para as seis, sem forças sequer para erguer-se da cadeira, o filho mais velho teve de carregá-lo para a cama. Não tinha mais força nem para erguer o braço. Quando o despertador tocou. Oswaldo, esquecido da loteria, pôs-se imediatamente de pé e ia preparar-se para ir trabalhar. Mas o filho, rindo, disse: pai, você não precisa trabalhar nunca mais na vida. (Savioli, Francisco Platão e Fiorin, José Luiz. Para entender o texto. São Paulo: Ática, 2003, p. 268.)
Leia o seguinte trecho do texto anterior: “Não tinha mais força nem para erguer o braço.” Qual é o sujeito do verbo destacado?