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Um menino de seis anos de idade chega à Emergência Pediátrica acompanhado pelo pai com queixa de tosse persistente e irritação na garganta. Ao exame físico, o pediatra encontra equimoses no dorso e nas nádegas. Os sinais vitais estão estáveis, e ele encontra-se afebril. A ausculta pulmonar e o exame da orofaringe não detectam anomalias. O raio X de tórax demonstra diversas fraturas ósseas em diferentes fases de consolidação. O progenitor informa que o menor é muito ativo, acidentando-se frequentemente. A criança apresenta-se retraída e confirma o relato do pai. Trata-se de um caso de