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Durante o processo de territorialização e diagnóstico situacional, uma equipe de Saúde da Família identifica que parcela expressiva das famílias de sua área de abrangência reside em região com coleta irregular de resíduos sólidos, dificuldades estruturais de acesso ao transporte público e elevada rotatividade no trabalho informal. Observam-se impactos diretos sobre o cuidado em saúde, como aumento de faltas às consultas, baixa adesão ao acompanhamento de condições crônicas e maior exposição a agravos potencialmente evitáveis.
Diante desse cenário, a equipe compartilha os achados com lideranças comunitárias, promove reuniões abertas à população e pactua, conjuntamente com o conselho local de saúde e a gestão municipal, estratégias intersetoriais voltadas à melhoria das condições de vida e à ampliação do acesso a políticas públicas no território.
Segundo as diretrizes normativas da Política Nacional de Atenção Básica e do Plano Nacional de Saúde, a estratégia adotada está alinhada predominantemente ao enfrentamento de: