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Minha escola tem ensino, Que muito orgulho me dá. As coisas que aqui aprendo Não se aprendem em todo lugar. Porque estudo não é besteira, Pinta a carreira com mais cores, Os alunos têm mais vida, Uma vida com mais sabores. Ao olhar para o horizonte, Muitas coisas posso notar. Minha escola tem ensino, Que muito orgulho me dá.
As produções humanas, aparentemente desconexas, encontram-se em constante inter-relação e a retomada de um texto por outro é uma constante. Assim, como exemplificação, seguem alguns versos da “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias, que já foi intertextualizada diversas vezes.
“Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.”
(DIAS, 2003, p.31)
O recurso intertextual utilizado pelos alunos, ao retomarem a Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias, para homenagear a escola foi a