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A doninha e a raposa.
Magra e faminta, uma doninha descobriu uma fresta que dava para um celeiro e por ela passou. Ali, no meio da abundância, foi comendo, comendo, e engordando à proporção. Quando quis sair, já não podia passar pela fresta.
– Você está presa, minha amiga! – disse-lhe uma raposa. Se quer sair, faça uma dieta, jejua, e quando estiver magra e desfeita, como entrou antes, poderá sair.
Na setença "... uma doninha descobriu uma fresta que dava para um celeiro ", a expressão em destaque poderá ser corretamente substituída por