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Bichos de estimação são companheiros leais em qualquer etapa da vida. E também pode fazer bem para a saúde do seu cérebro. É o que aponta um novo estudo, feito por pesquisadores das universidades de Genebra, Lausanne e Zurich (todas na Suíça). A pesquisa indicou que ter um cachorro ou gato de estimação pode ajudar na desaceleração do nosso declínio cognitivo à medida que envelhecemos.
Outras pesquisas já apontaram que os pets podem ser fortes aliados contra os efeitos do declínio das funções cerebrais, problema que preocupa cada vez mais os cientistas com o aumento da população idosa no planeta. Agora, resultados de um artigo publicado na revista científica Scientific Reports revelam que funções diferentes do cérebro são preservadas conforme o tipo de animal que se tem em casa.
Enquanto os donos de cachorros apresentaram uma melhor _________ de memória imediata e tardia, os donos de gatos demonstraram um declínio mais lento em capacidades como fluência verbal. Já peixes e pássaros não mostraram nenhuma relação significativa com a desaceleração do declínio de funções cognitivas.
Evidências de outros estudos sugerem que interações com cães e gatos estimulam regiões do cérebro únicas e estimulam processos de atenção e socialização. Ainda que mais pesquisas devam ser realizadas para se compreender os efeitos dos pets na manutenção da saúde cognitiva, escolher um companheiro animal – seja ele de quatro patas, penado ou com barbatanas – para se viver junto na terceira idade vem se mostrando uma nova forma de buscar um envelhecimento cerebral mais saudável.
No trecho “funções cognitivas”, a palavra sublinhada é um: