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Em sistemas hidráulicos, as perdas localizadas ocorrem devido a mudanças bruscas na geometria do escoamento, como curvas, válvulas e variações na seção do fluxo. Essas perdas são quantificadas pelo coeficiente K, determinado experimentalmente. Segundo a tabela abaixo, que fornece valores estimados de K para algumas peças típicas de tubulações, a alternativa que apresenta as peças, em ordem crescente de perda de carga, é:
| PEÇA | K | PEÇA | K |
|---|---|---|---|
| Ampliação gradual | 0,30 | Medidor Venturini | 2,50 |
| Comporta aberta | 1,00 | Pequena derivação | 0,03 |
| Controlador de vazão | 2,50 | Redução gradual | 0,15 |
| Cotovelo de 45º | 0,40 | Saída de canalização | 1,00 |
| Cotovelo de 90º | 0,90 | Té de passagem direta | 0,60 |
| Crivo | 0,75 | Té de saída bilateral | 1,80 |
| Curva de 22,5º | 0,10 | Té de saída de lado | 1,30 |
| Curva de 45º | 0,20 | Válvula borboleta aberta | 0,30 |
| Curva de 90º | 0,40 | Válvula de ângulo aberta | 5,00 |
| Entrada de Borda | 1,00 | Válvula de gaveta aberta | 0,20 |
| Entrada normal | 0,50 | Válvula de pé | 1,75 |
| Junção | 0,40 | Válvula de retenção | 2,50 |
| Válvula globo aberta | 10,00 |