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O TCTH haploidêntico iniciou em 1970, sendo proibido à época por seus resultados desapontadores devido à alta incidência de DECH e de falha de enxertia. Já em 1980, com a depleção de células T na terapia, a metodologia começou a ser aceita. Sobre o tema, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A liberação de citocinas se manifesta clinicamente como febre de origem não-infecciosa em 80-90% dos casos. A febre está relacionada ao mismatch em HLA de classe 1 e alta dose de linfócitos CD4+ no produto infundido.
( ) O manejo da liberação de citocinas se baseia, em primeira linha, na terapia com tocilizumabe.
( ) A maioria dos regimes de condicionamento no TCTH haploidêntico são não mieloablativos ou de intensidade reduzida, sendo administrada ciclofosfamida pós-TCTH.
( ) Nos casos de recidiva após transplante haploidêntico é importante avaliar se o haplótipo HLA é mantido ou perdido. Em caso de manutenção, a infusão de linfócitos do doador pode ser utilizada como metodologia de resgate.
( ) No TCTH haploidêntico, a presença de anticorpos doadores específicos (DSA) são irrelevantes devido ao uso de ciclofosfamida pós-TCTH.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: