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Um homem de 68 anos, tabagista inveterado há 40 anos, apresenta dispneia progressiva há 5 anos, piora da tosse com expectoração mucoide matinal e fadiga crônica. Ao exame físico, apresenta tórax em barril, sibilos expiratórios e uso de músculos acessórios da respiração. A espirometria revela redução do VEF1/FVC e aumento da Capacidade Residual Funcional (CRF). Qual é o diagnóstico mais provável para essa condição?