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Enchentes no Rio Grande do Sul: o retorno dos resgates em Porto Alegre em meio a uma onda de alagamentos
Por Luiz Antônio Araujo
Um grande volume de chuva previsto trouxe de volta às ruas de Porto Alegre uma cena comum nos piores dias da catástrofe ambiental que se abate sobre o Rio Grande do Sul: caminhões e barcos retirando pessoas de pontos isolados pela água.
A precipitação, que começou na madrugada do dia 23 de maio, atingiu, em apenas 12 horas, a marca de 100 milímetros, equivalente à média histórica de todo o mês de maio, segundo o serviço meteorológico MetSul. Em pontos das zonas leste e sul, relativamente poupadas na primeira fase da enchente, a chuva chegou a 130 mm no mesmo intervalo, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
À mídia circulou pelas zonas leste, norte e central da capital ao longo do dia e testemunhou diversos pontos de alagamento em vias como as avenidas Ipiranga, Bento Gonçalves, Goethe, Silva Só e outras. Mesmo o arroio Dilúvio, curso d'água que corta a capital no sentido leste-oeste, apresentava nível incomum de água, aproximando-se do leito das pontes das avenidas Azenha e Silva Só.
Na frase “A precipitação, que começou na madrugada do dia 23 de maio, atingiu, em apenas 12 horas, a marca de 100 milímetros, equivalente à média histórica de todo o mês de maio, segundo o serviço meteorológico MetSul”, retirada do texto, se a palavra sublinhada fosse flexionada no plural, quantas outras alterações seriam necessárias no fragmento para manter a correta concordância verbo-nominal?