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“Nas redes sociais, o termo ‘paciente do CAPs’ começou a ser usado em uma série de postagens. Variações como ‘paciente número um do CAPs’ ou ‘paciente mais fraco do CAPs’ também podem ser encontradas, todas elas com o mesmo objetivo: apontar pessoas em algum episódio de alucinação, sejam elas reais ou apenas uma atuação para a internet [...]. Coordenador do Laboratório de Psicologia da Mídia da Universidade Federal da Paraíba (LPM-UFPB), Carlos Eduardo Pimentel destaca que essas piadas podem gerar e disseminar desinformação sobre os centros. ‘Esses memes expressam atitudes frente a estes objetos sociais, no caso aqui os CAPs, mas poderia ser com o SUS, hospitais públicos, um governo, um partido político ou um time de futebol, geralmente assuntos populares que mobilizam a opinião pública’, destaca o professor”. (Adaptado de “‘Paciente mais fraco do CAPs’: entenda o real trabalho feito nos centros”, texto de Gabriella Braz, publicado no Correio Brasiliense em 18 de maio de 2024). Nesse cenário estigmatizado da pessoa com transtorno mental, é importante mencionar que um de seus direitos, garantidos pela Lei nº 10.216/2001, é: