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Guimarães (2017), ao analisar as expressões conservadoras no trabalho em saúde, aponta que diante da possibilidade de uma formação a partir de noções e construção de habilidades (como sensibilização profissional), abre-se caminho para a subjetivação permeada por perspectivas assistencialistas. Essas perspectivas se aliam a outras expressões do conservadorismo, como as apresentadas a seguir, EXCETO: