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Silveira e Silva (2018), no artigo “O trabalho do/a assistente social na Unidade de Terapia Intensiva (UTI): a (in)visibilidade de suas ações x os processos de trabalho em equipe”, apontam que, nesses locais, predomina uma perspectiva de modelo assistencial definida da seguinte maneira:
• “Tal perspectiva toma como base a racionalidade mecânica clássica, isolando os componentes, que são reintegrados posteriormente em seus ‘mecanismos’ originais. O todo seria formado pela soma do funcionamento das partes. O adoecimento seria, portanto, um mau funcionamento de alguma das partes” (Camargo Júnior, 2005 apud Silveira; Silva, 2018).
O trecho acima se refere ao modelo: