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No artigo “Participação popular e o controle social como diretriz do SUS: uma revisão narrativa” (Rolim; Cruz; Sampaio, 2013), cita-se Bravo e Matos (2002), que fazem uma análise de quatro posições teóricas e políticas que têm embasado o debate sobre os Conselhos de Saúde e o controle social. Nesse sentido, considerando algumas das posições analisadas por Bravo e Matos (2002), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A primeira posição, fundamentada no aparato teórico de Gramsci (2000, 2002), parte da contradição de classe, visualizando os Conselhos de Saúde como arena de conflitos. Nesta perspectiva, o consenso implica dissenso e contradição.
( ) A segunda posição baseia-se na concepção de consenso de Habermas e dos neo-habermasianos e considera os Conselhos de Saúde como espaço consensual.
( ) A terceira posição é influenciada pela visão estruturalista althusseriana do marxismo que nega a historicidade e a dimensão objetiva do real, analisando o Estado e as instituições como aparelhos repressivos da dominação burguesa. Nesta perspectiva, os Conselhos de Saúde são concebidos como espaço de cooptação dos movimentos sociais pelo poder público, e a saída das entidades deste espaço é recomendada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: