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Em meio ao cabo de guerra entre empresas que querem a volta do trabalho presencial e funcionários que não estão dispostos a abrir mão do home-office, o modelo do trabalho híbrido vem se consolidando como alternativa conciliadora no mundo corporativo pós-pandemia.
Segundo o relatório From Surviving to Thriving in Hybrid Work (Da sobrevivência à prosperidade no trabalho híbrido, em tradução livre), 70% das empresas indicam que o modelo híbrido persistirá como principal formato dentro das organizações nos próximos anos.
Mas, o estudo também mostrou que líderes e liderados discordam sobre a eficácia do híbrido. Enquanto 49% dos funcionários afirmam que consideram o modelo bastante eficaz, somente 33% das empresas dizem o mesmo.
O estudo, que ouviu cerca de 2.000 pessoas nos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Austrália, também apontou que 67% dos funcionários que atuam em um modelo híbrido citam a flexibilidade para equilibrar trabalho e vida pessoal como um dos principais fatores que motivam e influenciam o seu desempenho no trabalho.
Outra descoberta foi uma conexão entre o modelo híbrido e o aumento ou a manutenção do engajamento: segundo a pesquisa, a maioria dos funcionários (89%) que atuam em um modelo de trabalho híbrido relatam estar mais ou igualmente engajados em comparação com seis meses atrás.
O estudo também apontou que problemas relacionados à tecnologia impactam diretamente à produtividade dos profissionais, que precisam dispensar várias horas por semana lidando com essas questões. Apesar disso, 42% das empresas não medem a perda de produtividade devido a problemas técnicos.
Assinale a alternativa que indica o núcleo do sujeito da forma verbal “apontou” (l. 11).