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Horas a fio com a cabeça baixa, os olhos fixos no celular e os dedos deslizando sobre a tela, alternando entre o WhatsApp e as redes sociais. É assim que boa parte das pessoas passa o dia. Segundo mostram as pesquisas, o brasileiro gasta em média 4 horas e 40 minutos on-line nos celulares todos os dias.
O smartphone virou companheiro quase inseparável, vai do banheiro à cabeceira da cama. Mas muito comenta-se sobre os problemas causados pelo uso excessivo e, mais que isso, muitos já sentem no corpo os sinais.
As consequências causadas pelo uso excessivo de celular têm chamado a atenção de ortopedistas, fisioterapeutas e outros profissionais da saúde. Confira alguns pontos que podem ser prejudicados pelo mau uso desses aparelhos: Dores no pescoço: é comum o usuário inclinar o pescoço para baixo quando está mexendo no celular. E quem passa o dia enviando mensagens, checando o Facebook e lendo e-mails no aparelho pode estar pressionando demasiadamente a coluna cervical e afetando a postura.
Dores nas mãos: os smartphones exigem uso constante das mãos, especialmente ao enviar mensagens de texto e e-mails, ou deslizar as mãos para checar fotos nas redes sociais. Fazer isso constantemente pode causar inflamação das articulações dessa região.
Papada e rugas: por essa ninguém esperava, mas os especialistas já comprovaram que o uso constante dos smartphones pode favorecer ao aparecimento de rugas e papadas. Isso porque a posição inclinada do pescoço faz com que haja uma sobreposição da pele da região, acelera o impacto da gravidade, aumentando as chances de flacidez e aparecimento de rugas na região do pescoço, queixo e parte inferior do rosto.
Sono prejudicado: segundo um estudo da faculdade de Medicina de Harvard, publicado na revista Nature, a luz azul emitida por aparelhos celulares e tablets ativa os neurônios e perturba o sono.
Assinale a alternativa que apresenta palavra sinônimo, ou seja, de sentido semelhante à palavra “perturba” (linha 23).