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Debaixo do sol escaldante da última quinta-feira do ano (26/12/2019), a gauchada percorreu centros de compras atrás de soluções para tornar o calorão suportável. Mais do que qualidade, a busca era por bom preço de ares-condicionados e ventiladores, mesmo que isso exigisse andar de loja em loja com uma temperatura beirando os 40°C em Porto Alegre. Em cinco minutos, quatro clientes entraram em um dos estabelecimentos localizados na Avenida da Azenha apenas para dar aquela habitual olhadinha. Um deles se chama Álvaro Gaspary, 57 anos.
— Estragou o ventilador que tenho em casa, então me obriguei a vir atrás de outro. Como é que a gente vai ficar sem ventilador com esse calor? Diz ele.
Naquele momento, em outro ponto da cidade, o senhor José Motta já tinha se decidido e até efetivado a compra. Às 10h, caminhava pela Rua Otávio Rocha, no centro histórico da Capital, com um ventilador em cada mão. Até então, ele e a filha dividiam um "caindo aos pedaços", segundo ele. José resolveu comprar dois aparelhos, um para ele e um para a filha, para não sofrerem mais com o calor. O senhor José parecia bem satisfeito com sua compra.
Das palavras a seguir, retiradas do texto, assinale aquela que é classificada como um adjetivo.