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O homem “religioso” não considera uma homogeneização dos espaços. Existem lugares considerados fortes e outros fracos; há lugares fixos com consistências e lugares fixos sem consistências. Existem instâncias que podem ser entendidas como um “caos”, e, outras, como uma ordem. Ambas revelam experiências homogêneas e neutras. Esses lugares explicitam espíritos mágicos, realidades diferentes da vivenciada no cotidiano. Com base em uma compreensão teológica e sociológica, o contexto apresentado refere-se ao conceito de: