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Quando menos é mais
Por Bruna Genaro
Brigadeiro, bolo recheado, pão doce, rosquinha, doce de leite, pé de moleque. A lista de alimentos açucarados é infinda e se você salivou só de ler essas palavras, continue lendo esta reportagem.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o brasileiro consome 50% a mais de açúcar do que deveria. O recomendado é que apenas 10% das calorias diárias provenham do açúcar, sendo, preferencialmente, que não passe dos 5%. Essa ingestão representa 50g de açúcar por dia (em uma dieta de 2 mil kcal/dia). Segundo o Ministério da Saúde, um em cada cinco brasileiros consome doces cinco vezes ou mais durante a semana, por isso o consumidor tem que estar muito atento aos produtos que consome para não passar da quantidade recomendada. Uma lata de refrigerante contém 35 gramas de açúcar, mais da metade da quantidade recomendada e 138% da quantidade sugerida para a ingestão de açúcar diária pela OMS.
“Então, o ideal é fugir dos industrializados ou consumi-los numa quantidade muitíssimo pequena”, orienta Bela Gil, culinarista natural e apresentadora do programa Bela Cozinha, no canal GNT. “O problema está no açúcar que não se vê, aquele que está ‘escondido’ na maioria dos alimentos de produção industrial (sacarose, por exemplo). É muito difícil ficar no limite diário consumindo industrializados, pois o açúcar vem mascarado de várias formas. O conselho é que se reduza o consumo desses alimentos”, orienta Bela.
O açúcar pode ser tão prejudicial à saúde que a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, declarou que seu consumo deve ser controlado assim como o álcool e o tabaco. Além disso, as doenças “açucaradas” acabam sendo bem amargas no fim das contas. Para as pessoas que já têm predisposição, o açúcar é um grande causador de diabetes, alzheimer (que chamamos de ‘diabetes do cérebro’) e até câncer.
No trecho reduza o consumo desses alimentos (l. 17), levando-se em consideração o contexto, a palavra “consumo” é classificada como: