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O estresse no trânsito
Por Leticia Maciel
Um dos maiores vilões do mundo moderno é o trânsito. Já faz parte da rotina de trabalhadores e estudantes motoristas ou não das grandes cidades: além de passar horas estudando ou trabalhando, as pessoas também têm que contabilizar horas gastas em trânsito, seja paradas em congestionamentos, seja em trens ou ônibus (muitas vezes lotados), o que pode deixar qualquer um à beira de um ataque de nervos. O alto número de veículos trafegando e as más condições das vias e rodovias são os principais fatores responsáveis por uma geração de motoristas estressados, intolerantes e agressivos.
O estresse no trânsito pode causar problemas emocionais e dores musculares. Horas de trânsito podem significar dores nas costas, braços, pernas, entre outras partes do corpo, além da irritação, nervosismo e cansaço mental gerados pela tensão por estar atrás do volante.
Porém, existem algumas formas de amenizar estes sintomas que assombram a vida de quem dirige ou depende do trânsito no dia-a-dia: ouvir músicas agradáveis, de preferência lentas, para diminuir o ritmo acelerado provocado pelo estresse; manter o banco em uma posição em que a parte baixa da coluna fique totalmente encostada no banco e a cabeça alinhada ao tronco; alongar-se durante o dia para diminuir a tensão sobre o pescoço e evitar uma possível dor de cabeça e, claro, hidratar-se constantemente.
A palavra “trafegando” (l. 05) poderia ser substituída, sem alteração no sentido da frase, por: