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“Felicidade’ é a palavra mais desgastada de qualquer idioma”, afirma o acadêmico norte-americano Erol Ozan. De fato, poucos conceitos parecem tão abrangentes, tão abstratos e, ao mesmo tempo, tão inalcançáveis. Dada a grande expectativa com esse sentimento, o aborrecimento por não o conquistar acaba sendo uma sensação mais frequente do que a maioria das pessoas gostaria. Como, então, tirar o foco da insatisfação e se voltar para atitudes concretas, capazes de modificar a vida para melhor? O princípio dessa jornada pode estar numa revisão de prioridades. ________ é o que sugere a professora Adriana Thomé Yázigi Abrão (especialista em Gestão Empresarial). “É primordial que faças um exercício de autoconhecimento e vejas outras opções disponíveis. Quais são tuas reais necessidades? O que _______ faz feliz de verdade? O que é importante para alcançares teus objetivos?”, diz ela.
A professora ressalta que, quando esse tipo de frustração se dá na vida profissional, é preciso levar em conta se é viável, diante das circunstâncias, mudar de emprego. Caso isso não seja uma opção, inclusive por questões financeiras, é recomendável observar atentamente o ambiente interno — ou seja, seus anseios, suas ambições, suas metas — e o ambiente externo — as necessidades e oportunidades da organização ou do mercado do qual você faz parte. Após avaliar essas duas variáveis, é possível, por exemplo, propor-se a realizar diferentes funções dentro de uma empresa ou mesmo partir para outro ramo de atividade.
“O medo e a angústia podem tomar conta da gente”, reconhece a professora, quando o assunto é insatisfação no âmbito pessoal. “Mas cabe a nós avaliar a situação e procurar sair dela da melhor forma possível. Há profissionais que podem ajudar, desde um coach, um psicólogo, um líder religioso, até o próprio chefe ou os colegas de trabalho. Eles podem abrir nossos olhos e nos fazer refletir: ‘será que é hora de mudar?’” afirma Adriana.
Acima de tudo, perceber uma situação como insatisfatória serve de alerta. É o momento em que se nota que há algo de errado e quando se começa a reconhecer que há também algo a ser transformado. É comum brotar um sentimento de insegurança ao decidir virar o jogo; entretanto, essa mesma sensação é que impulsiona as grandes mudanças de curso. Com o tempo, o hábito de encarar os dissabores objetivamente gera um ciclo virtuoso de autoconhecimento, com ganho de capacidade para se adotarem posturas mais maduras diante daquilo que incomoda — e aí, sobra mais espaço para os prazeres da vida.
Analise as seguintes possibilidades de substituição de elementos do texto.
I. ressalta (l. 11) por enfatiza.
II. viável (l. 12) por provável.
III. impulsiona (l. 26) por estimula.
Quais manteriam a correção gramatical e o sentido do texto?