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Analise as seguintes situações que avaliam os estudos ou que comentam resultados de rastreamento de adultos e os seus respectivos vieses:
I. A comparação do prognóstico de indivíduos rastreados para um tipo de câncer de desenvolvimento lento e menos agressivo com o de não rastreados pode levar à falsa impressão de que o melhor prognóstico de indivíduos rastreados se deve ao rastreamento – viés de duração variável de doença.
II. Como o objetivo do rastreamento é prolongar a vida, resultando em mortalidade mais tardia, os estudos que comparam pacientes rastreados e não rastreados, apenas em relação ao tempo de sobrevida após a detecção da doença, podem levar à falsa interpretação de benefício do rastreamento – viés de tempo de doença ganho.
III. A afirmação intuitiva de pacientes e de muitos clínicos “se bem não faz, mal não deve fazer” é rigorosamente verdadeira, pois a maioria dos programas vigentes de rastreamento quase sempre mostra mais benefícios claros do que danos – viés de interação.
Quais estão corretas?