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A partir do ano 2000, a suinocultura brasileira enfrenta uma doença que tem causado grande impacto econômico. Desde então, ela ocorre de forma endêmica na suinocultura tecnificada, afetando principalmente leitões no final da fase de creche e no primeiro mês de crescimento. A mortalidade geralmente fica entre 3 e 10%, mas pode atingir até 35%. Os nomes usados para descrever essa doença são: "síndrome multisistêmica do definhamento do leitão desmamado", “síndrome multissistêmica do definhamento pós-desmame”, “síndrome multissistêmica caquetizante pós-desmame", "síndrome da refugagem multissistêmica pós-desmame" ou "síndrome da refugagem multissistêmica (SRMS)”. O agente etiológico dessa doença é: