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Recentemente, um grupo de pesquisadores brasileiros relatou que o lagarto teiú (Salvator merianae) tem capacidade de regulação térmica. Tal descoberta fornece uma pista importante para o entendimento de como a endotermia pode ter evoluído nos ancestrais dos mamíferos e das aves (e dinossauros). Dez animais foram confinados numa câmara climática com temperatura constante e foram monitorados. Naquelas condições e na ausência da exposição aos raios solares, os animais ainda foram capazes de manter a temperatura corpórea acima da temperatura ambiente durante a época da reprodução. Em condições naturais, essa produção interna de calor, combinada com a diminuição nas taxas de calor perdido para o ambiente, permitia que os teiús mantivessem uma temperatura corpórea de até 10 graus centígrados acima da temperatura ambiente. Seria o teiú o primeiro réptil endotérmico, de sangue quente, do qual a ciência tem conhecimento? (TATTERSALL et al., 2016).
Em relação à espécie Salvator merianae que pertence à classe Reptilia, assinale a alternativa que contém a ordem do referido táxon.