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Ao discutir as interfaces entre a Psicologia e o Sistema Único de Saúde (SUS), Barros (2005) afirma que:
I. A Psicologia deve priorizar sua inserção nas instâncias de gestão do SUS, buscando formular e regular políticas públicas, tendo em vista as limitações da micropolítica do cuidado clínico individual ou social.
II. Somente a militância macropolítica poderá romper a tradição despolitizada da Psicologia, tendo em vista que intervenções clínicas são incapazes de desestabilizar a determinação capitalista sobre a separação entre processo de subjetivação e sujeito.
III. Essas interfaces devem considerar os princípios éticos da inseparabilidade, da autonomia e da corresponsibilidade e da transversalidade.
Quais estão corretas?