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O diagnóstico diferencial entre as formas mais leves de fluorose dentária e opacidades de esmalte não fluoróticas merecem especial atenção. Fejerskov et al. (1994) propõem a utilização de alguns critérios elencados no guia de recomendações para uso de fluoretos no Brasil. Analise as seguintes assertivas em relação aos critérios que representam diagnóstico diferencial de formas leves de fluorose dentária:
I. Geralmente, todas as superfícies do esmalte são afetadas, principalmente próximo das pontas das cúspides e bordas incisais.
II. Assemelha-se à sombra de uma linha traçada com lápis, a qual segue as linhas incrementais do esmalte. Nas bordas das cúspides/incisais, há formação de coberturas brancas irregulares (“cobertura de neve”).
III. Distribuição difusa sobre a superfície com intensidade variada.
IV. Manchas Brancas opacas ou amarelo-creme até vermelho-escuro-alaranjadas na época da erupção.
V. Mais comum nas superfícies vestibulares de um único dente ou, eventualmente, dos dentes homólogos. Qualquer dente pode ser afetado, mas principalmente os incisivos.
Quais estão corretas?