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Considere que um homem de 30 anos de idade se encontra em parada cardiorrespiratória (PCR). Foram iniciadas as manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), o paciente foi intubado e monitorizado, e, ao ser verificado o ritmo cardíaco, foi constatada atividade elétrica sem pulso (AESP).
De acordo com as diretrizes da American Heart Association, não é uma conduta indicada nesse caso.