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Leia o trecho a seguir do relatório da Conitec a respeito do levetiracetam no tratamento da epilepsia focal.
“Após avaliação, a Conitec constatou que os estudos científicos apresentados pelo demandante não tratavam da comparação do levetiracetam com a carbamazepina. Após realizar uma busca adicional por estudos, não foram encontrados estudos adicionais. Além disso, o grupo de especialistas responsável pela atualização do Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da epilepsia relatou que a qualidade dos estudos que tratam da eficácia do levetiracetam em monoterapia é considerada muito baixa, pois é baseada em estudos pequenos e com deficiências em sua execução. Em relação à análise de custos feita pela demandante, foi previsto um custo anual por paciente no valor de R$ 3.159,54, um custo aproximadamente dez vezes maior que uma das opções disponíveis no SUS, o que levaria a um impacto orçamentário no valor de R$ 12,8 milhões de reais ao SUS entre 2017 e 2021, caso o levetiracetam fosse incorporado. [...] Considerando que não foram encontrados estudos que demonstrem que o levetiracetam seja superior aos medicamentos disponíveis no SUS para a indicação estudada, e considerando uma situação não favorável dos seus custos, os membros do plenário da Conitec presentes na 50ª reunião de plenário do dia 10 de novembro de 2016 deliberaram que o tema fosse submetido à consulta pública com recomendação preliminar não favorável à incorporação no SUS do levetiracetam em monoterapia para epilepsia focal em pacientes com falha no tratamento com carbamazepina.”
São conclusões que se pode tirar do processo de avaliação de tecnologias em saúde, EXCETO: