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O cirurgião-dentista ao exercer a profissão, em especial ao realizar anamnese ou prescrever fármacos, deve ter em mente a possibilidade de ocorrência de interação medicamentosa. Apesar de ser praticamente impossível o conhecimento de todas as interações, o profissional deve estar familiarizado com as interações mais comuns, bem como fatores que podem influenciar de forma mais relevante e que envolvam os fármacos rotineiramente prescritos.
São exemplos de fatores que podem influenciar ou potencializar as interações, EXCETO: