///
Paciente do sexo feminino, 46 anos de idade, diabética, insulino-dependente, é internada com história de que há três dias iniciou com febre, tosse e, posteriormente, dispneia. Iniciou antigripais, mas a família notou piora dos sintomas e a conduziu ao hospital, onde chegou confusa e com dispneia. Dados vitais: pressão arterial 70X40 e pulso de 125/min; temperatura: 38,7 ºC. Bulhas cardíacas normofonéticas taquicárdicas, ausculta pulmonar com estertores difusos e sopro tubário à direita. Dados laboratoriais: hemograma 7,9 g%; htc 28%; leucócitos com total de 2 455/mm3 com 84% de polimorfonucleares; glicemia de 198 mg%; ureia 101 mg%; creatinina 2,2 mg%; ácido lático 27 mg% (normal até 21); Na 136 mEq; K 4,3 mEq; Cl 103 mEq; albumina 1,9 g%. RX de tórax: opacificação da porção inferior do pulmão direito e língula. Iniciada a terapêutica com infusão rápida de 1000 mL de cristaloides. Após a infusão, a PA alcança 80X46. Como a paciente se apresenta com fluxo de oxigênio por máscara a 5 litros/min., grande esforço respiratório e gasometria com pO2 de 54 mmHg e pCO2 de 53 mmHg, é entubada, sedada e colocada no ventilador com concentração de O2 a 70%. Seu pO2 passa a ser de 72 mmHg.
De acordo com as diretrizes para o tratamento de sepsis, é incorreto afirmar: