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Caso para responder às questões de 81 a 86. Paciente de 25 anos, masculino, de 1,97m de altura, natural de Belo Horizonte, residente em Vespasiano, sofreu acidente em que colidiu com sua motocicleta contra uma árvore. Chegou ao Hospital com dor em membros e impossibilidade de deambular. Apresentava várias escoriações, deformação anatômica em membros inferiores e ferimento aberto em região lateral da coxa direita. Havia lesão no pé direito, sem alteração da perfusão, e preservação da sensibilidade distal e da amplitude de movimento. O estudo pelo Doppler da artéria tibial posterior e dorsal do pé mostrava bilateralmente fluxo trifásico. O diagnóstico inicial foi de fratura exposta em coxa direita e lesão trocantérica em membro esquerdo. O estudo radiográfico evidenciou fraturas diafisária e epifisária exposta no fêmur direito e fratura trocantérica no esquerdo. A classificação da lesão segundo Gustillo foi de fratura exposta de fêmur distal direito grau IIIA; a classificação da AO – Arbeitsgemeinschaft für Osteosynthesefragen – foi de 32C3 e 33C1 expostas à direita (Figura 1); fratura trocantérica esquerda Tronzo I.
Considerando a leitura, apesar de fraturas trocantéricas serem comuns na população idosa, o paciente apontado no caso clínico, sofre a fratura devido a um grande trauma. Sabe-se que nesse caso, o diagnóstico correto é realizado com uma radiografia no plano anteroposterior, após tração gentil com rotação interna. O objetivo do tratamento, nesse caso é: