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Caso clínico para responder as questões de 83 a 86.
J.K.N., 62 anos, viúvo, mora sozinho, apresenta hipertensão arterial há 20 anos. O pai, hipertenso, morreu aos 49 anos de infarto agudo do miocárdio (IAM). A mãe tinha diabetes mellitus (DM) e HAS. Relata que bebe várias cervejas quase todas as noites para conseguir dormir, nunca fez dieta e não possui o hábito de fazer atividade física regular. Tem apresentado pressão arterial (PA) de 156/96 mm Hg, frequência cardíaca de 73 batimentos/minuto e regular, frequência respiratória de 15 respirações por minuto. Seu peso corporal é de 100,2 Kg e possui 1,80 m de altura, resultando em um índice de massa corporal (IMC) de 30,9 Kg/m² . Possui prescrição de Captopril 50 mg de oito em oito horas e hidroclorotiazida 25 mg um comprimido cedo.
Exames: Ureia sanguínea 17 mg/dL (intervalo de referência para adultos: 13 e 43 mg/dL); Creatinina sérica 1,0 mg/dL (intervalo de referência sexo masculino: 0,6-1,30 mg/dL); Ácido úrico 7,3 mg/dL (intervalo de referência sexo masculino: 3,4 a 7,0 mg/dL)
Sódio 139 mEq/L (intervalo de referência:135 a 145 mEq/L)
Potássio 6,0 mEq/L (intervalo de referência:3,5 mEq/L e 5,1 mEq/L)
Eletrocardiograma (ECG): Aumento da onda QRS sugestiva de Hipertrofia Ventricular Esquerda (HVE)
A estratificação de risco cardiovascular para doenças cardiovasculares tem como objetivo estimar o risco de cada indivíduo sofrer uma doença arterial coronariana nos próximos dez anos. A partir da estratificação de risco, selecionam-se indivíduos com maior probabilidade de complicações, os quais se beneficiarão de intervenções mais intensas.
Acerca do instrumento utilizado para estratificação de risco cardiovascular para doenças cardiovasculares, assinale a alternativa correta.