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Um paciente de 50 anos de idade recebeu um transplante cardíaco há 6 meses em razão de uma cardiomiopatia isquêmica. Apresentou um curso inicial pós-transplante estável, mas, nas últimas semanas, começou a experimentar fadiga extrema e dispneia aos esforços habituais. O ecocardiograma demonstrou disfunção sistólica do enxerto e a biópsia endomiocárdica confirmou rejeição aguda celular classificada como 2R. Assinale a alternativa que corresponde ao tratamento mais adequado a ser instituído.