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Uma paciente de 41 anos de idade foi encaminhada para avaliação de hipertensão de difícil controle diagnosticada aos 28 anos, com várias medidas de pressão arterial domiciliares maiores que PA = 160 mmHg x 90 mmHg, em tratamento com amlodipino 10 mg/dia, valsartana 320 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia. A paciente também tinha histórico de síndrome do ovário policístico e estava em tratamento com anticoncepcional oral (etinilestradiol/drospirenona). Função tireoidiana normal. Ela já havia tentado descontinuar o ACO, mas sua pressão arterial permaneceu elevada. Ela se absteve de álcool, tabaco e outras drogas ilícitas ou medicamentos. Ao exame físico, apresentava achados normais, exceto pela pressão arterial; índice de massa corporal = 24,4 kg/m², sem alterações retinianas, hirsutismo, estrias ou edema. Os exames laboratoriais revelaram função renal normal, eletrólitos normais, atividade de renina plasmática (PRA) > 181,7 ng/mL/h e concentração plasmática de aldosterona = 215 ng/dL, repetida e confirmada. O anticoncepcional foi suspenso definitivamente e um tratamento específico foi realizado, com bom controle dos níveis pressóricos. Assinale a alternativa que indica o diagnóstico dessa paciente.